Qualidade de vida em idosos portadores de lesão degenerativa do ombro

dc.contributor.advisorCoelho, Maria Carlota de Rezende
dc.contributor.authorPádua, David Victória Hoffmann
dc.date.accessioned2026-06-08T13:19:12Z
dc.date.issued2021-06-15
dc.description.abstractNo processo de envelhecimento, as alterações osteomusculares estão entre os problemas mais prevalentes, dentre elas as doenças degenerativas do ombro. Objetiva-se, neste estudo, avaliar se as doenças crônico-degenerativas do ombro interferem na qualidade de vida e na capacidade de desenvolver atividades de vida diária entre idosos. Estudo descritivo de abordagem quantitativa, realizado em um ambulatório de ortopedia, com participação de 46 idosos contando mais de 60 anos, ambos sexos, portadores de doenças degenerativas do ombro. Utilizaram-se, como instrumentos, os questionários: World Health Organization Quality of Life e a versão brasileira do Shoulder Pain and Disability Index. Os resultados apontam prevalência do sexo feminino (69,56%), maioria dos pacientes entre 60 e 65 anos (47,82%), a lesões do manguito rotador do ombro, a mais comum patologia encontrada, com majoritária ocorrência das lesões no tendão supraespinhoso, em associação, ou não, com outros tendões (95,65%). A média da autoavaliação de perda da qualidade de vida foi de 36,89%. Para os domínios físicos, psicológicos, relações sociais e meio ambiente, a média de perda foi de 45,11%; 30,8%; 32,98%; e 38,66%, respectivamente. Quanto à avaliação funcional, para o Shoulder Pain and Disability Index, a média de déficit foi de 64,13%. Para as Escalas de Dor e Incapacidade, observaram-se as médias de 71,13% e 59,75%, respectivamente. Não houve associação estatisticamente significativa da qualidade de vida, escalas de avaliação funcional e gravidade da lesão. Conclui-se que as doenças crônico-degenerativas de ombro entre idosos podem impactar na qualidade de vida e na capacidade de desenvolver atividades de vida diária, embora essa perda não tenha relação direta com a gravidade da lesão, e que os idosos acabam por desenvolver mecanismos de proteção, adaptando-se às limitações para desenvolver as atividades de vida diária com baixa percepção na autoavaliação de perda da qualidade de vida.
dc.identifier.urihttps://ri.emescam.br/handle/123456789/608
dc.languagepor
dc.language.isopt
dc.subjectQualidade de Vida
dc.subjectSaúde do Idoso
dc.subjectIdosos
dc.subjectPessoas Idosas
dc.subjectDoença degenerativa
dc.titleQualidade de vida em idosos portadores de lesão degenerativa do ombro
dc.typeDissertação

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