Mortalidade neonatal e a evitabilidade no Estado do Espírito Santo entre os anos de 2006 a 2021, Brasil

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A estimativa de risco de morte infantil, que compõe os seguimentos neonatal e pós-neonatal, é um dos indicadores primordiais quando se pretende avaliar as conjunturas de vida e saúde de uma comunidade. Nesta perspectiva, a mortalidade neonatal é determinada como sendo o óbito de um recém-nascido no período entre zero e vinte e sete dias logo após o nascimento. Por conseguinte, os óbitos neonatais retratam a inadequada atenção ofertada no pré-natal, parto e ao recém-nascido, tal como o quadro socioeconômico e de saúde materna. Trata-se de um estudo ecológico, de série temporal, analítico, epidemiológico, de abordagem quantitativa, a fim de identificar a mortalidade neonatal no Espírito Santo sob causas evitáveis entre os anos de 2006 a 2021. Quanto aos óbitos neonatais, a evitabilidade demonstrou que 85,47% dos óbitos eram evitáveis, 18,48% dos óbitos eram não evitáveis, e 4% eram mal definidas. As três maiores causas dos óbitos foram, septicemia bacteriana do recém nascido 9,31%, seguido de desconforto respiratório do recém-nascido 9,16% e feto e recém-nascido afetados por complicações da gravidez 7,64%. Constatou-se que apesar da redução dos óbitos neonatais por causas evitáveis, as mortes evitáveis continuam representando um elevado número. Em sua maioria, foram classificados de acordo com a evitabilidade, no agrupamento de reduzíveis por adequado controle na gravidez e reduzíveis por ação de prevenção, diagnóstico e tratamento precoces.

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