Violência obstétrica no processo de parturição: o debate do serviço social em uma maternidade filantrópica no município de Vitória-ES
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Resumo
A violência obstétrica é um fenômeno grave e complexo que vem recebendo cada vez mais atenção por parte de pesquisadores, profissionais de saúde e movimentos sociais. A violência obstétrica reflete as desigualdades de gênero e poder presentes na sociedade e nos sistemas de saúde. Esta pesquisa se concentra na violência obstétrica no processo de parto, abordando o debate no Serviço Social. O estudo visa entender o contexto histórico, identificar os determinantes sociais e o perfil das vítimas, discutir o papel do Serviço Social, definir a violência obstétrica e explorar os direitos e legislações para gestantes. Conclui-se então que o perfil das mulheres propensas a sofrerem violência obstétrica é formado por entre 18 e 29 anos, grande parte cursaram no máximo o ensino médio, pretas/partas, solteiras, com renda familiar de até 2 salários-mínimos. Essa informação afirma a hipótese inicial da pesquisa que as mulheres que têm menos acesso à informação e a educação podem ser as mais vulneráveis à violência obstétrica.
