Relato de caso: uso de inibidores de tirosina quinase (ITQ) em gestante com leucemia mieloide crônica (LMC)

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A leucemia mieloide crônica (LMC) é uma neoplasia da medula óssea, onde as células progenitoras hematopoiéticas da linhagem mieloide são transformadas em anormais. Isso ocorre devido a uma reação em cadeia que se inicia pela translocação entre os cromossomos 9 e 22 t(9,22)(q34,q11). A LMC é dividida em três fases, a fase crônica, acelerada e de crise blástica. O mielograma é essencial para o diagnóstico, já o cariótipo é fundamental, pois permite a identificação do cromossomo Filadélfia e o Rq-PCR identifica o tipo de transcrição que o paciente possui. Atualmente, o tratamento da LMC consiste em terapia direcionada com inibidores da tirosina-quinase (ITQ). Discutir os riscos e benefícios do tratamento da leucemia mieloide crônica com inibidores da tirosina-quinase (ITQs) em gestantes. Revisão de prontuário da paciente com o diagnóstico de Leucemia Mieloide Crônica atendida no Ambulatório de Onco-Hematologia do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória. Paciente, 24 anos, com diagnóstico de leucemia mieloide crônica, em uso do inibidor de tirosina-quinase Imatinibe, descobre gravidez após pouco tempo do início do tratamento e precisa interrompê-lo. Depois de alguns meses, a leucemia progrediu e paciente precisou reiniciar o tratamento com ITQ mesmo em vigência da gravidez. Apesar dos grandes desafios e riscos em relação ao tratamento com os ITQs durante a gravidez, acredita-se que se a gestação for bem acompanhada é possível obter um resultado adequado. Além disso, é de extrema importância discutir e esclarecer dúvidas da paciente relacionadas aos riscos da terapia.

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