Perfil clínico e epidemiológico com lesão por pressão em um hospital filantrópico de Vitória-ES
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Resumo
A lesão por pressão é um ferimento na pele que pode ou não atingir tecidos moles subjacentes, sobre proeminência óssea ou relacionada à utilização de dispositivo médico. Existem quatro estágios para classificação destas lesões, além da classificação não estadiável. No Brasil, entre 2014 a 2017, foram notificados 17,6% casos referentes a lesão por pressão, sendo o terceiro tipo de acontecimento mais notificado pelos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) dos serviços de saúde do país. Desse modo, é de grande relevância a avaliação de risco para que não ocorra o aparecimento de lesões e que sejam elaboradas ações preventivas e tratamento adequado, a fim de evitar o progresso da lesão. Trata-se de um estudo de campo do tipo descritivo desenvolvido a partir de abordagem quantitativa. A coleta de dados foi através de busca ativa e baseada em análise de prontuários, aonde foram, posteriormente, lançados os dados em planilha para melhor análise. Participaram do estudo 32 pacientes, com isso, o perfil geral destes indivíduos portadores de LPP foi: sexo masculino (62,50%), acima de 61 anos de idade (65,62%), com maior uso de analgésicos opioides (84,38%), LPP em região sacral (75%), em grau II (59,38%) e Escala de Braden em risco moderado (50%). Com este estudo foi possível identificar o perfil destes indivíduos com o sexo masculino, faixa etária acima de 60 anos de idade, comorbidade e motivo de internação correlacionados, sendo o sistema cardiovascular e cardiorrespiratório, além dos pacientes desenvolverem LPP entre um a seis dias de internação.
