Processo de cuidar do enfermeiro frente ao paciente submetido a intervenção coronariana percutânea
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Resumo
O termo Intervenção Coronária Percutânea (ICP), compreende uma série de procedimentos invasivos, não cirúrgicos, que tem como finalidade tratar a Doença arterial coronariana (DAC) mediante atenuação da estenose dos vasos coronarianos e reperfusão do tecido isquêmico. Ressalta-se que a enfermagem possui diversas responsabilidades neste contexto, as quais, também estão diretamente ligadas aos resultados relacionados à saúde do indivíduo, exigindo assim, profissionais capacitados a empregar decisões rápidas e precisas embasadas em conhecimento técnico científico. Revisão integrativa realizada nas bases de dados PubMed e Web of Science. Para a busca foram utilizados os descritores baseados no Decs: “Nursing Care”, “Percutaneous Coronary Intervention” e “Acute Coronary Syndrome”. Foram identificados 154 estudos, dos quais 143 foram excluídos. Com base na compreensão dos principais resultados encontrados, verificou-se o processo de cuidar do enfermeiro frente o paciente submetido a ICP, apresenta-se maiores evidências sobre os cuidados pós-procedimento, com ênfase na educação em saúde e apoio social tanto para o paciente, como para a família, demonstrando que os autores têm maiores preocupações relacionadas a saúde mental desses indivíduos. O paciente submetido a intervenção coronariana percutânea precisa de uma assistência que abrange o pré, peri e pós procedimento, o enfermeiro está presente em todas essas etapas. No pré-procedimento é responsável pela educação pré-operatória prestando orientações para diminuir possíveis riscos e alívio da ansiedade. Já no peri-procedimento, o profissional é encarregado pela monitorização e avaliação de deterioração clínica, além de realizar controle da dor e observar o conforto do paciente. Por fim, destaca-se os cuidados pós-ICP direcionados ao aconselhamento e educação, para adesão do autocuidado e prevenção à saúde. Dessa forma, fica evidente a importância do enfermeiro em todo processo que engloba a ICP e a necessidade de uma abordagem que não predomine concepções limitadas, direcionadas apenas à cura e a enfermidade, e sim, o cuidado integral do indivíduo.
