Perfil dos pacientes sépticos com indicações de hemodiálise em unidades de terapia intensiva de um hospital de grande porte

dc.contributor.authorPansini, Karielly Gasperazzo
dc.contributor.authorAssis, Laura Silva de
dc.contributor.authorFiorio, Rafael Marabotti
dc.date.accessioned2025-10-20T12:50:23Z
dc.date.issued2024-11-01
dc.description.abstractA injúria renal aguda (IRA) decorrente da sepse é muito frequente em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e reversível a depender do diagnóstico precoce e instituição de medidas terapêuticas efetivas. Trata-se de um estudo transversal, observacional, descritivo e quantitativo de pesquisa documental prospectivo. Os indivíduos estudados foram pacientes diagnosticados com sepse e IRA acompanhados nas UTIs do HSCMV. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos (CEP), com coleta de dados com duração de 12 meses após a aprovação por meio do sistema MV. Foram incluídos no estudo pacientes adultos, de qualquer sexo e raça, sem ou com Doença Renal Crônica (DRC) prévia não dialítica, diagnosticados com sepse e IRA que evoluíram para hemodiálise acompanhados nas UTIs do HSCMV. Foram excluídos pacientes pediátricos, pacientes com DRC em terapia renal substitutiva (TRS), pacientes com diagnóstico de sepse mas que não necessitaram de diálise durante internação, pacientes sem IRA ou IRA pós-renal diagnosticadas ou presumíveis e aqueles que não tiveram indicação de internação em UTIs no HSCMV. Observou-se que dos 73 pacientes incluídos, a idade média foi de 64 anos, 50,7% eram do sexo masculino, 80,8% eram pardos e 65,8% hipertensos. Entre os estudados, 76,7% foram classificados pelo KDIGO (Kidney Disease Improving Global Outcome) como estágio 3 de IRA e 63% iniciaram TRS devido a hipervolemia refratária. O desfecho do estudo revelou uma mortalidade de 80,8% dos pacientes internados em UTI em vigência de diálise com IRA associada à sepse. O perfil dos pacientes sépticos que evoluíram para IRA, reforça que a idade avançada, as comorbidades associadas, assim como o estágio mais severo da classificação de KDIGO, apresentam pior desfecho, com alta mortalidade. É necessário a criação de protocolos para manejo da IRA na sepse e treinamento das equipes multidisciplinares para mudança dessa realidade.
dc.description.sponsorshipResende, Thiago Croce de Brito
dc.identifier.urihttps://ri.emescam.br/handle/123456789/346
dc.languagepor
dc.subjectInjúria Renal Aguda
dc.subjectTerapia Renal Substitutiva
dc.subjectHemodiálise
dc.subjectTratamento - Idosos
dc.subjectDiagnóstico
dc.titlePerfil dos pacientes sépticos com indicações de hemodiálise em unidades de terapia intensiva de um hospital de grande porte
dc.typeOther

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