A importância da captação de doadores de sangue: limites e desafios do serviço social

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A tarefa de captar doadores de sangue na realidade brasileira não é algo fácil, simples, estático. Requer técnicas que venham proporcionar conhecimento, entendimento dos aspectos sociais, econômicos, culturais e políticos que envolvem e influenciam a doação espontânea de sangue e como esta poderá ser concebida como uma questão de participação, compromisso e responsabilidade social (Brasil, 2015). Atualmente a Política Nacional de Sangue é regulamentada pela Lei Federal n° 10.205 de 21 de março, de 2001 que tem como objetivo a captação, proteção ao doador e ao receptor. O Assistente Social por ser um profissional que compõe a equipe dos hemocentros participa do processo de captação de doadores. Onde há envolvimento com serviços de mobilização para captar e fidelizar possíveis doadores. Nesta pesquisa constatou-se que o trabalho do Assistente Social contribui significativamente para o aumento das doações, por meio de sensibilização, campanhas, projetos e etc..., compreendemos que a predominância de doadores de sangue, são do sexo masculino, solteiros, na faixa etária de 30 a 39 anos, se declaram pardos e possuem o ensino médio completo. Enquanto doadoras do sexo feminino enfrentam mais dificuldades para realizarem a doação, por falta de informação, e muitos tabus sobre o assunto, e com isso os bancos de sangue continuam com déficit no estoque. Outra percepção foi a escassez de publicações sobre a temática apresentada, sendo assim, há a necessidade de ter mais artigos, textos, documentários e informações sobre a doação de sangue, uma vez que este assunto é de suma importância para salvar vidas.

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