Validade de exames de imagem para estadiamento do câncer de mama em estágio inicial: análise retrospectiva

dc.contributor.authorCatharino, Murilo
dc.contributor.authorBerriel, Pedro Bernardo
dc.contributor.authorBasilio, Valentina Vasconcellos
dc.date.accessioned2026-01-06T15:51:19Z
dc.date.issued2023-11-20
dc.description.abstractO presente trabalho buscou verificar a pertinência de modificar as condutas de solicitação de exames de rastreio para pacientes com câncer de mama em estágio inicial no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV). Verificar a pertinência de modificar as condutas de solicitação de exames de rastreio para pacientes com câncer de mama em estágio inicial no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV). Trata-se de um estudo quantitativo e qualitativo, transversal, retrospectivo, tipo análise documental baseado em dados obtidos em prontuários do HSCMV de 70 pacientes diagnosticadas entre 2018 e 2023. A pesquisa foi realizada em pacientes do sexo feminino, diagnosticadas com câncer de mama com estadiamento inicial (T1-2, N0, MX). Observou-se que nenhuma das pacientes com câncer de mama em estágio inicial teve rastreio metastático positivo no decorrer do estudo. A média de idade ao diagnóstico foi de 57,6 (+ 12,23) anos e o tamanho médio dos tumores foi de 1,4cm. A respeito da imunohistoquímica, a maior parte da amostra era composta por tumores Luminal A (50%, 35 pacientes), seguida de Luminal B (40%, 28 pacientes), HER2 híbrido (10%, 7 pacientes) e, além disso, todos os pacientes coletados no estudo que possuíam tumores do tipo do tipo Triplo negativo (3 pacientes) foram excluídos pois já apresentavam metástase ao diagnóstico. Em relação aos exames utilizados para rastreamento de metástases no momento do diagnóstico, constatou-se que para todas as pacientes (100%) o rastreio foi negativo. Em relação ao estadiamento da neoplasia, foram incluídas apenas pacientes em estágio clínico inicial da doença, configurado por T1 (<2 cm no maior diâmetro), T2 (entre 2 e 5 cm), N0 (sem linfonodos positivos) e MX (sem metástase confirmada, que futuramente configurariam-se como M0 (sem metástases). Dessas, obteve-se a seguinte proporção: T1N0MX (68,57%, 48 pacientes), T2N0MX (31,43%,22 pacientes). Quanto aos tipos histológicos observados no estudo, houve a seguinte frequência de casos: Carcinoma Ductal Invasivo Grau 2 (61,42%, 43 pacientes), Carcinoma Ductal Invasivo Grau Grau 1 (27,14%, 19 pacientes), Carcinoma Ductal Invasivo Grau 3 (4,28%, 3 pacientes), Carcinoma Lobular Invasivo Grau 1 (4,28%, 3 pacientes), Carcinoma Lobular Invasivo Grau 2 (1,42%, 1 paciente) e Carcinoma Mucinoso Invasivo Grau 2 (1,42%, 1 pacientes). Concluise que, assim como nas atuais diretrizes da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, pacientes com neoplasias classificadas como estágio inicial não necessitam realizar rastreio metastático, salvo as que apresentem sintomas extra mamários ao diagnóstico ou a imuno-histoquímica de maior risco (HER 2 e Triplo Negativo).
dc.description.sponsorshipFilho, Antônio Chambô
dc.identifier.urihttps://ri.emescam.br/handle/123456789/436
dc.languagepor
dc.subjectCâncer de Mama
dc.subjectNeoplasia da Mama
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectSaúde Feminina
dc.titleValidade de exames de imagem para estadiamento do câncer de mama em estágio inicial: análise retrospectiva
dc.typeOther

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