Avaliação clínica e laboratorial em pacientes com teste rápido ou swab positivo para COVID-19

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Infecções relacionadas ao Sars-Cov-2 causaram uma das maiores e mais temidas pandemias que o mundo já presenciou. Foram milhões de vidas perdidas para a doença o que impulsionou um avanço científico a passos largos a fim de conter sua disseminação. Vários tratamentos e terapias foram empregadas de forma empírica no intuito de se estabelecer o melhor prognóstico possível. analisar o curso da doença em pacientes positivados através de testes diagnósticos referentes ao vírus Sars-Cov-2 em relação às manifestações clínicas demonstradas em dados laboratoriais, epidemiológicos, prognósticos e terapêuticos quando relacionados à mortalidade. Trata-se de um estudo quantitativo observacional retrospectivo, no qual durante o período compreendido entre Fevereiro de 2020 a Março de 2021, analisou dados de prontuários eletrônicos de pacientes que detinham testes rápidos ou swab positivo correlacionado-os com idade, sexo, sintomatologia clínica, dados laboratoriais e manejo da corticoterapia no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV). Da mesma forma foi observada a relação das variáveis citadas acima em associação à mortalidade dos pacientes. A relação com teste rápido foi significativa em relação a ferritina, corticoide intra-hospitalar, óbito, evasão, transferência e alta. O swab teve relevância com as descrições seguintes: D-dímero, corticoide intra-hospitalar e o desfecho não óbitos. No que tange à mortalidade houve expressiva associação estatística em relação ao corticoide manejado em pacientes internados, via de administração endovenosa, setor e tempo de início do corticoide. Soma-se a isso a relação significativa com idade, Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), saturação do oxigênio, dados laboratoriais e comorbidades, com destaque para neoplasias. O estudo atual revela que os testes positivos para SarsCov-2 apresentam relevância com marcadores inflamatórios, e desse modo, presume o prognóstico da doença. Através dos dados estatísticos e da literatura, é possível determinar que a corticoterapia é benéfica para pacientes graves. Os índices de mortalidades estão associados em pacientes maiores de 60 anos, presença de comorbidades prévias, uso de corticoide intra-hospitalar de forma endovenosa em enfermaria ou pronto socorro.

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